Turismo no Pantanal: Safári no Mato Grosso do Sul ganha destaque com campanha da National Geographic

O Pantanal brasileiro, maior planície alagável do planeta e Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO, está no centro de uma campanha inédita realizada pela Embratur em parceria com a National Geographic CreativeWorks. O objetivo é claro: posicionar o Pantanal como um dos principais destinos de ecoturismo do mundo, atraindo viajantes que buscam experiências únicas de contato com a natureza e a cultura pantaneira.
Safári no Pantanal: uma experiência para todos os sentidos
Intitulado “Safári para os Sentidos”, o projeto mostra o Pantanal de uma forma imersiva e sensorial. A campanha convida turistas a explorarem:
- O avistamento da onça-pintada, símbolo do ecossistema;
- O espetáculo das araras-azuis em voo;
- O som da vida selvagem ao amanhecer;
- Os sabores autênticos da culinária pantaneira, como o peixe fresco grelhado e o tradicional café da manhã regional;
- A cultura local preservada em fazendas históricas e comunidades tradicionais.
O renomado fotógrafo da National Geographic, Filipe DeAndrade, percorreu os cenários intocados do Pantanal Norte (MT) e do Pantanal Sul (MS), registrando imagens que já estão disponíveis nas plataformas da National Geographic.
Pantanal: destino de ecoturismo e vida selvagem
O Pantanal abriga mais de 4.700 espécies de animais e plantas, incluindo ícones como o tamanduá-bandeira, o cervo-do-pantanal e a arara-azul. Não é à toa que a região é considerada um dos melhores lugares do mundo para observação de fauna.
Além da biodiversidade, o bioma é um mosaico cultural formado por comunidades ribeirinhas, indígenas e pantaneiras, que vivem em harmonia com o ciclo das cheias e secas. Essa autenticidade faz do Pantanal um destino perfeito para o turismo sustentável.
Roteiro do Safári: de Mato Grosso a Mato Grosso do Sul
O “Safári para os Sentidos” percorre locais icônicos, como:
- Estrada Parque Transpantaneira e o Parque Estadual Encontro das Águas, em Mato Grosso;
- A Serra do Amolar, no Mato Grosso do Sul, região de natureza preservada e iniciativas de conservação comunitária;
- Fazendas históricas e paisagens que revelam o coração da cultura pantaneira.
Mato Grosso do Sul no centro do turismo de natureza
Segundo Bruno Wendling, diretor-presidente da Fundação de Turismo do MS, a campanha é uma chance de mostrar ao mundo um dos biomas mais preservados do planeta:
“O Pantanal tem mais de 80% da sua área conservada e é ideal para observação de aves, vida selvagem e imersão cultural. Esse projeto vai fortalecer o turismo sustentável e atrair viajantes qualificados para o Mato Grosso do Sul.”
Por que visitar o Pantanal agora?
- É o melhor destino de safári da América do Sul;
- Proporciona experiências autênticas e exclusivas, longe do turismo de massa;
- Une natureza exuberante, cultura local e hospitalidade calorosa;
- Faz parte de uma estratégia global de promoção turística com a força da National Geographic.
Planeje sua viagem ao Pantanal
Se você busca turismo de natureza em Mato Grosso do Sul, o Pantanal é o lugar certo para:
- Safáris fotográficos para observar a onça-pintada;
- Observação de aves com mais de 650 espécies registradas;
- Passeios de barco e cavalgadas pelas fazendas pantaneiras;
- Experiências culturais com comunidades tradicionais;
- Hospedagens sustentáveis que unem conforto e preservação.
O “Safári para os Sentidos” mostra ao mundo que viajar para o Pantanal não é apenas turismo — é uma oportunidade de vivenciar um ecossistema único, sentir a vida selvagem de perto e se reconectar com a natureza.
Perguntas Frequentes sobre Turismo no Pantanal
1. Qual é a melhor época para visitar o Pantanal?
A melhor época para visitar o Pantanal é na estação seca (maio a setembro), quando os animais se concentram nas áreas próximas aos rios e lagoas, facilitando a observação da vida selvagem. Já na estação cheia (outubro a abril), a paisagem fica mais verde e alagada, ideal para quem busca contemplação da natureza e passeios de barco.
2. Onde ver a onça-pintada no Pantanal?
A onça-pintada pode ser avistada principalmente na região do Pantanal Norte (MT), ao longo da Transpantaneira e no Parque Estadual Encontro das Águas. No Pantanal Sul (MS), a região da Serra do Amolar e arredores de Corumbá também oferecem boas chances de avistamento, sempre com guias especializados.
3. Qual a diferença entre Pantanal Norte e Pantanal Sul?
- Pantanal Norte (Mato Grosso): Acesso por Cuiabá, conhecido pela Transpantaneira e safáris fotográficos.
- Pantanal Sul (Mato Grosso do Sul): Acesso por Campo Grande ou Corumbá, famoso pela cultura pantaneira, fazendas históricas, cavalgadas e observação de aves.
Ambos oferecem experiências únicas e complementares para o ecoturismo.
4. Quanto custa um safári no Pantanal?
Os preços variam conforme o tipo de hospedagem e os passeios escolhidos. Em média, um pacote de safári no Pantanal pode custar de R$ 2.500 a R$ 8.000 por pessoa, incluindo hospedagem em pousadas pantaneiras, refeições e passeios guiados.
5. O Pantanal é seguro para turistas?
Sim. O Pantanal é considerado um destino seguro, desde que o visitante viaje com operadoras especializadas, siga as orientações dos guias e respeite os limites da vida selvagem.
6. Quais animais posso ver no Pantanal?
O Pantanal é o lar de mais de 4.700 espécies, incluindo:
- Onça-pintada
- Arara-azul-grande
- Tamanduá-bandeira
- Jacarés
- Capivaras
- Cervo-do-pantanal
- Centenas de espécies de aves aquáticas
7. Como chegar ao Pantanal?
- Pelo Pantanal Norte (MT): voo até Cuiabá e acesso por estrada até Poconé e a Transpantaneira.
- Pelo Pantanal Sul (MS): voo até Campo Grande ou Corumbá, com acesso terrestre até fazendas e pousadas.



