Mato Grosso do Sul, 9 de agosto de 2026

Receita Federal lança guia prático para nova regra de contribuição

Manual traz simuladores e assistente virtual para empresas e cidadãos

Para facilitar a transição para o novo modelo de tributação sobre o consumo, a Receita Federal lançou um manual prático repleto de ferramentas digitais. O objetivo é desburocratizar a adaptação de empresas e contadores, oferecendo recursos que automatizam cálculos complexos e garantem maior segurança jurídica na emissão de documentos fiscais.

Ferramentas digitais para o contribuinte

O material destaca três recursos principais projetados para reduzir erros no dia a dia:

  • Calculadora da Reforma: Permite simular operações detalhadas diretamente no computador do usuário. A ferramenta garante sigilo total, já que os dados não são enviados à Receita. Ela identifica alíquotas, bases de cálculo e geração de créditos automaticamente.
  • Simulador Online: Ideal para o planejamento estratégico, permite que o empresário antecipe o impacto tributário de uma venda ou serviço antes mesmo de fechar o negócio.
  • Assistente de Emissão: Um guia passo a passo que orienta o preenchimento correto das notas fiscais dentro das novas regras.

Suporte com Inteligência Artificial

Além dos manuais, o órgão disponibilizou o BotRTC, um assistente virtual baseado em inteligência artificial. Ele foi treinado para esclarecer dúvidas conceituais sobre o novo sistema de forma rápida. Para as empresas que lidam com a nova Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), haverá ainda um canal de atendimento especializado.

Setor produtivo em alerta

A Confederação Nacional do Comércio (CNC) informou que segue acompanhando de perto a regulamentação. Por meio de grupos de trabalho técnicos, a entidade avalia os impactos da nova sistemática nos setores de serviços e turismo, buscando defender os interesses do setor produtivo em audiências públicas.

Onde acessar?

O manual completo e as ferramentas de simulação já estão disponíveis no Portal Nacional da Reforma Tributária. A orientação da Receita é que os contribuintes comecem a utilizar os simuladores o quanto antes para evitar inconsistências futuras.

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