10º Prêmio Onça Pintada da Dança MS reúne bailarinos em Campo Grande

CAMPO GRANDE – Entre os dias 3 e 7 de junho, o Teatro Glauce Rocha, na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), será o palco do 10º Prêmio Onça Pintada da Dança MS – Mostra Internacional. Considerado um dos principais eventos de dança do Centro-Oeste, o festival celebra sua edição histórica de dez anos reunindo bailarinos, coreógrafos e diretores de diversas regiões do Brasil e de países vizinhos, como Argentina e Paraguai. O projeto é realizado por meio da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), com o apoio do Ministério da Cultura e do Governo Federal.
Sob a coordenação de Neide Garrido, o evento promove um intenso intercâmbio cultural. No cenário estadual, o festival conta com a participação de representantes de municípios como Dourados, Corumbá, Aquidauana, Três Lagoas, Nova Andradina, Maracaju, Sidrolândia e Ponta Porã. Nacionalmente, marcam presença grupos vindos de Mato Grosso, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Distrito Federal.
Diversidade de estilos e inovação nos palcos
A programação se divide entre a Mostra Competitiva e a Mostra Paralela, englobando desde o Ballet Clássico de Repertório e Neoclássico até Dança Contemporânea, Jazz, Estilo Livre, Danças Urbanas e Populares. As performances podem ser apresentadas em conjuntos, solos, duos e trios.
Novidade desta edição: Foi criada a categoria 40+, um espaço inédito voltado para valorizar a atuação de artistas acima dos 40 anos que continuam em atividade na dança, somando-se às tradicionais categorias Infantil, Juvenil, Junior e Adulto.
Os trabalhos apresentados serão avaliados por uma banca de mestres e professores de renome nacional, sob critérios de técnica, interpretação artística e impacto coreográfico. Como diferencial pedagógico, os jurados enviarão comentários em áudio em tempo real para os diretores dos grupos, reforçando o caráter formativo da mostra.
Formação e compromisso social
Além dos espetáculos, o Prêmio Onça Pintada oferece uma agenda de qualificação com cursos, vivências e master classes. Este ano, o compromisso social do evento ganha força com a oficina gratuita “Movimento sem Barreiras – Dança como Inclusão”, voltada para pessoas com comprometimentos físicos e intelectuais, além de professores, monitores e famílias atípicas, consolidando o festival como um agente de transformação social e união de gerações.



