Brasil vira maior produtor de carne do mundo com apoio de drones

BRASÍLIA – O Brasil consolidou-se como o maior produtor de carne bovina do mundo, superando os Estados Unidos em volume produzido. Segundo dados do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), o país encerrou 2025 com uma produção recorde de 12,3 milhões de toneladas. O avanço é impulsionado por ganhos de produtividade no campo, onde o uso de drones e biotecnologia tem reduzido drasticamente a idade média de abate e otimizado recursos.
Tecnologia no Topo da Cadeia
A liderança brasileira não é apenas quantitativa. O país, que já liderava as exportações com faturamento anual de US$ 17 bilhões, agora utiliza ferramentas estratégicas para manter a competitividade:
- Drones de Monitoramento: Identificam falhas em cercas e pastagens em minutos, tarefa que antes levava dias.
- Eficiência Operacional: Propriedades que adotam aeronaves não tripuladas registram ganhos de até 30% na gestão diária.
- Manejo Inteligente: Ferramentas como o DJI Mavic 3 Multispectral analisam a qualidade do capim, garantindo nutrição superior ao rebanho.
Saúde Animal e Vigilância Térmica
Um dos diferenciais competitivos da pecuária moderna é a gestão sanitária de precisão. Com o uso de sensores térmicos (como o DJI Mavic 3 Thermal), produtores conseguem detectar variações na temperatura corporal dos animais.
“A câmera térmica permite a identificação precoce de enfermidades, como a febre aftosa, possibilitando o isolamento imediato e evitando prejuízos em larga escala”, destaca Adriano Buzaid, CEO da Gohobby, maior distribuidora da DJI Agriculture na América Latina.
Manutenção de Pastagens
A tecnologia também revoluciona o controle de pragas. Drones da linha DJI Agras realizam pulverização aérea direcionada, eliminando plantas daninhas com precisão. Esse método preserva o valor nutricional da pastagem e reduz o custo operacional em comparação aos métodos tradicionais de ronda e aplicação manual.
O Novo Cenário Global
O Brasil desbancou a hegemonia norte-americana, que enfrentou reduções de rebanho e custos elevados nos últimos anos. Com a digitalização da “porteira para dentro”, o pecuarista brasileiro consegue produzir mais em menos tempo, atendendo às exigências de sustentabilidade e rastreabilidade do mercado internacional.



