Bitcoin cai abaixo de US$ 70 mil, mas segue no topo das recomendações

Pela primeira vez em 15 meses, o Bitcoin (BTC) opera abaixo dos US$ 70 mil, acumulando uma queda superior a 40% desde o topo histórico de outubro. Apesar da forte aversão ao risco que domina os mercados globais e da volatilidade esperada para fevereiro, o ativo continua sendo um dos mais recomendados por corretoras e casas de análise para o mês.
Especialistas classificam o momento atual como uma “fase de reajuste” e não um colapso estrutural, destacando a manutenção da liquidez institucional e o fluxo constante dos ETFs spot.
Ranking de Recomendações: Fevereiro 2026
Mesmo com retornos negativos nos últimos 30 dias devido à correção do mercado, os ativos de infraestrutura lideram as indicações:

Destaques e Oportunidades
O mercado de criptoativos em 2026 começa a privilegiar ativos com utilidade no “mundo real” e instrumentos de proteção:
- Stablecoins e Ouro: O XAUt (Tether Gold) surge como alternativa para quem busca fugir da volatilidade do dólar, oferecendo lastro em ouro físico.
- Solana em Foco: A rede ganha tração com a adoção por tesourarias corporativas e a iminência de novos produtos financeiros nos EUA.
- Hyperliquid: É o destaque positivo do mês, atraindo investidores pela combinação de velocidade de corretoras centrais com a transparência do on-chain.
“Vemos a queda mais como um reajuste. Para quem tem visão de longo prazo, o Bitcoin continua sendo uma excelente opção”, afirma Guilherme Prado, country manager da Bitget.
Cenário Macroeconômico
Analistas da Onda Finance reforçam que fevereiro será sensível aos dados de inflação e emprego globais. Nesse contexto, a liquidez é tratada como prêmio, e a recomendação é de cautela com ativos de menor capitalização, focando em projetos com ecossistemas já consolidados e fluxos institucionais comprovados.



